Publicado em: 09/06/2019 às 17:04

Especialista recomenda moderação nas redes sociais para combater ansiedade

imagem: reprodução

Dados da Organização Mundial de Saúde apontam que o Brasil é o país com o maior número de pessoas que sofrem de ansiedade no mundo, problema que se agravou de forma significativa com o advento das redes sociais.

Segundo a agência da Organização das Nações Unidas voltada para a saúde, há cerca de 18,6 milhões de brasileiros que apresentam variados graus do distúrbio emocional, que em muitos casos impossibilita a pessoa de realizar até as atividades mais simples do dia a dia.

Os especialistas ressaltam que é comum sentir ansiedade em momentos pontuais da vida – por exemplo, às vésperas de receber o resultado de uma prova, por conta de uma entrevista de emprego ou ao realizar consultas médicas e exames.

Da mesma forma, o sentimento de medo é comum e até necessário em momentos de iminente ameaça.

Mas a ansiedade patológica é caracterizada exatamente por ser persistente, e provocar uma série de consequências negativas nas pessoas, como distúrbios do sono, tensão muscular, medo de tudo, preocupação excessiva, compulsão alimentar, pensamentos obsessivos e uma variedade de sintomas físicos que podem ser desencadeados.

“A ansiedade é um sentimento normal, como o medo, a tristeza, que são sentimentos humanos. Mas quando esse sentimento passa a ser aumentado, é possível que ele se transforme num transtorno – no caso, o transtorno de ansiedade, que só um profissional habilitado consegue identificar”, explica o psicólogo Kélvio Silva, que atua como terapeuta de casais e orienta pais a como melhorar suas relações com os filhos.

O especialista alerta que as redes sociais podem potencializar os sentimentos de ansiedade e de depressão. Ele recomenda que as interações virtuais ocorram de forma moderada, e que se priorize o contato físico entre as pessoas.

Informações do Portal O Dia

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